29/07/2026
Vamos fazer aqui uma linha do tempo: quando perdeu em 2020 para Joe Biden , Donald Trump contestou a lisura das eleições americanas e promoveu aquela selvageria no Capitólio, que terminou com 5 mortos em janeiro de 2021. Mesmo tendo retornado à Casa Branca quatro anos depois, Trump não reconheceu até hoje a vitória do democrata.
Não por acaso, em 2022 Jair Bolsonaro repetiu a mesma tática no Brasil. Criticou a urna eletrônica, não reconheceu a derrota e se mandou para os Estados Unidos para não passar a faixa presidencial ao sucessor. Seu inconformismo com o resultado das urnas redundou em sucessivas tentativas de golpe, até perder a esperança com o fracasso do quebra- quebra do 8 de janeiro de 2023.
Agora em 2026, o candidato do bolsonarismo, empurrado goela abaixo da direita é o próprio filho, o 01. Além de estar envolvido em sucessivos escândalos de corrupção , Flávio representa nova ameaça às instituições brasileiras e à soberania nacional. Sua queda nas pesquisas não pode servir de alento para que o campo progressista entre em uma zona de conforto.
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