03/08/2026
Nessa eleição emerge das profundezas da tecnologia um detalhe preocupante: o uso desregrado da Inteligência Artificial. A Justiça Eleitoral precisa agir, para conter abusos que visam ludibriar a boa fé do eleitor e produzir um resultado nefasto para a democracia brasileira. A propaganda eleitoral na TV promete distorções graves , produzindo embalagens bonitas para produtos absolutamente imprestáveis. O que inquieta é a compulsão pela leniência com um determinado espectro político-ideológico já demonstrada pelo atual presidente do TSE, ministro Nunes Marques.
Há um alerta do jurista e constitucionalista Pedro Serrano sobre a manipulação por IA da imagem de Jair Bolsonaro , que impedido de se manifestar politicamente pela justiça, apareceu na convenção do PL manifestando apoio à candidatura do filho Flávio. Mesmo impedido o vídeo voltou a ser exibido na convenção de Tarcísio de Freitas, que vai disputar a reeleição para o governo de São Paulo.
Analisando a recente polêmica envolvendo a veiculação de um vídeo manipulado por IA com a imagem de Jair Bolsonaro durante a convenção do Partido Liberal (PL), Serrano ressaltou que a Justiça Eleitoral não pode atuar apenas como tribunal de conflitos, mas sim exercer com firmeza o seu papel regulador para conter distorções graves no pleito. Será que o TSE irá mesmo cumprir o seu papel constitucional com Nunes Marques da presidência?
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